
Antigamente, quem saía em defesa do uso da maconha, da cocaína, do LSD e afins, poderia ser acusado de “apologia ao crime” ou “apologia ao uso de entorpecentes”. Agora não; em nome da liberdade de expressão, permitiram passeatas em defesa do uso deliberado de drogas. Estão permitindo a apologia a uma praga que mata a sociedade, divide famílias, gera assassinos, incentiva o furto dentro de casa, mata de overdose os que possuem incontrolados desejos de satisfação. "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!" (Isaías 5.20).
Enquanto isso, alguns nomes influentes lutam contra o cristianismo, por ser ele o principal oponente da ditadura homossexual. Um gay famoso afirmou em entrevista televisiva que a luta deles será considerada vencida quando o homossexualismo envolver a maioria das pessoas. Para chegar lá, contam com a aprovação de um projeto de lei (PL 122) que simplesmente proíbe o discurso contra o homossexualismo. Ora, se eu prego a Palavra e esta condena o homossexualismo, é obvio que proferirei discursos contra o homossexualismo. Isso poderá ser considerado discurso homofóbico e sujeito a processo, caso o PL 122 seja aprovado.
Percebam a incoerência instalada no país. No que diz respeito à apologia ao uso de drogas, a partir de agora, será permitido. Quando o assunto é homossexualismo, estão tentando proibir o discurso reprovador. Para mim, isso é clara demonstração de que há uma luta terrível sendo travada nos ares.
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Pr. Charles
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