Ficha Tecnica

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

LEGALIZE


Antigamente, quem saía em defesa do uso da maconha, da cocaína, do LSD e afins, poderia ser acusado de “apologia ao crime” ou “apologia ao uso de entorpecentes”. Agora não; em nome da liberdade de expressão, permitiram passeatas em defesa do uso deliberado de drogas. Estão permitindo a apologia a uma praga que mata a sociedade, divide famílias, gera assassinos, incentiva o furto dentro de casa, mata de overdose os que possuem incontrolados desejos de satisfação. "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!" (Isaías 5.20).

Enquanto isso, alguns nomes influentes lutam contra o cristianismo, por ser ele o principal oponente da ditadura homossexual. Um gay famoso afirmou em entrevista televisiva que a luta deles será considerada vencida quando o homossexualismo envolver a maioria das pessoas. Para chegar lá, contam com a aprovação de um projeto de lei (PL 122) que simplesmente proíbe o discurso contra o homossexualismo. Ora, se eu prego a Palavra e esta condena o homossexualismo, é obvio que proferirei discursos contra o homossexualismo. Isso poderá ser considerado discurso homofóbico e sujeito a processo, caso o PL 122 seja aprovado.
Percebam a incoerência instalada no país. No que diz respeito à apologia ao uso de drogas, a partir de agora, será permitido. Quando o assunto é homossexualismo, estão tentando proibir o discurso reprovador. Para mim, isso é clara demonstração de que há uma luta terrível sendo travada nos ares.

Matéria Completa: BLOG

Pr. Charles



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Tu es Petrus ...

TU ES PETRUS ET SUPER HANC PETRAM AEDIFICABO ECCLESIAM MEAM
Esse trecho de Mateus 16.18 é tão especial para os fundamentos papais que foi escrito em enormes letras douradas na cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma. Destarte, ele é a fonte mais importante de toda a dogmática1 católica.

Entendemos que essa declaração nada mais representa do que o ecoar das suposições romanas na tentativa de harmonizar o que não pode ser harmonizado. A princípio pode até impressionar, mas carece totalmente de fundamentos. Leiamos o versículo: “Pois também eu te digo que tu és Pedro (Petrus), e sobre esta pedra (petra) edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (Mt 16.18,19).

Jesus, ao proferir essa declaração, estava realmente afirmando que Ele próprio era a “pedra” sobre a qual sua Igreja seria edificada. Temos diversos motivos para esta interpretação. Vejamos:

Petra versus Petros

Ao referir-se a Pedro, Jesus emprega o termo grego Petros, que significa um seixo, pedregulho. Ao referir-se à edificação da Igreja, diz que ela seria edificada não sobre o Petros (Pedro), mas sobre a petra, um rochedo inabalável. Ora, Jesus fez nítida diferença semasiológica3 entre petra e Petros. Um é substantivo feminino singular e está na terceira pessoa; o outro, masculino plural, e se encontra na segunda pessoa. Além disso, o termo petra nunca é usado na Bíblia em relação a homem algum, somente em relação a Deus. Logo, tal verso nem de longe insinua alguma coisa sobre Roma, sucessão apostólica ou algo similar. Os católicos conseguem ver o que não existe no texto.

Edificação sobre quem?

A declaração “Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo” é a chave para entendermos toda a problemática. Jesus perguntou a “todos”, e não somente a Pedro, “quem Ele era”. “Disse-lhes ele [Jesus]: E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16.15). A ele — Pedro — foi revelado, em sua confissão, que Cristo era o Messias, o Filho de Deus, daí a frase: “Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja...”, ou seja, a igreja está edificada sobre a confissão de que Ele (Jesus) era o Filho de Deus.

A bem da verdade, a Igreja jamais poderia ser solidamente edificada sobre homem algum, nem mesmo Pedro, que, embora tenha sido um grande apóstolo, foi, no entanto, falível e passível
de erros, como demonstra, de maneira sobeja, o contexto imediato: “Ele [Jesus], porém, voltando-se, disse a Pedro: Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens” (Mt 16.23), além de outros escritos do Novo Testamento em que podemos perceber a inconstância de Pedro (Mt 26.69-75).

Quem é a pedra?
O significado de Petros e petra está em perfeita concordância com o contexto doutrinário e teológico neotestamentário. Sendo Petros um fragmento tirado da grande rocha, há de se ver uma conotação de todos os cristãos como Petros, e isto é descrito posteriormente pelo próprio Pedro: “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1Pe 2.5).

Por sua vez, todas as “pedras vivas” estão edificadas sobre a grande Petra, que é Jesus: “Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor” (Ef 2.19-21).

sexta-feira, 3 de junho de 2011

I'm Back


"Eu amo tudo o que foi
Tudo o que já não é
A dor que já não me dói
A antiga e errônea fé
O ontem que a dor deixou
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia."

Fernando Pessoa
Bom... ainda bem que temos Fernando Pessoa
para literar em poucas linhas a tradução de minha
alma.
Na real estamos de volta!